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Ripple se reúne com o Banco Central do Brasil – XRP envolvido?

  • Há alguns dias, representantes da Ripple, incluindo Brad Garlinghouse, reuniram-se com o Banco Central do Brasil.
  • O foco da reunião foi examinar as necessidades dos clientes institucionais.

A Ripple trabalha mundialmente com empresas, grandes investidores, bancos comerciais e centrais e prestadores de serviços de pagamento. No ano passado, o Banco da França já discutiu em um trabalho de pesquisa as possíveis aplicações e potencialidades do XRP do ativo digital para o setor bancário e sua possível adequação para o processamento de pagamentos internacionais. Na semana passada, foi realizada mais uma reunião com o Banco Central do Brasil e com a equipe sênior do Ripple.

Ripple e Brad Garlinghouse em conversa com o Banco Central do Brasil

O encontro virtual aconteceu no dia 29 de maio de 2020 e durou várias horas. No lado da Ondulação, participaram as seguintes pessoas: Brad Garlinghouse (CEO), Ben Lawsky (Membro do Conselho de Administração), Eric van Miltenburg (VP Sênior, Operações Globais) e Luiz Antonio Sacco (VP de Operações Globais e Diretor Geral para a América Latina).

Em nome do Banco Central do Brasil, seu Presidente, Roberto Campos Neto, participou da reunião juntamente com João Manoel Pinho de Mello (Diretor de Organização e Resolução do Sistema Financeiro) e Otavio Ribeiro Damaso (Diretor de Regulação). O objetivo da reunião foi esclarecer questões institucionais e discutir possíveis possibilidades de cooperação.

A reunião foi encerrada para a imprensa, portanto, até o momento não houve mais vazamento de informações. Há quase um ano, por volta de junho de 2019, a Ripple abriu um escritório no Brasil, sob a direção de Luiz Antonio Sacco. Inicialmente, o principal objetivo era desenvolver uma base de clientes no Brasil e em toda a América do Sul (Chile, Argentina e Peru).

Já no final do ano passado, a Ripple anunciou que estava em conversações com as autoridades e bancos do país para discutir o uso das soluções de pagamento da Ripple, incluindo a liquidez sob demanda. Sacco afirmou em entrevista à época que o Brasil é um dos mais importantes mercados-alvo do Ripple e respondeu por quase 30% do volume total de transações realizadas via RippleNet.

Segundo a Reuters, o volume global de transações de e para o Brasil aumentou novamente em 10% no ano passado, atingindo US$ 4,6 bilhões. Grande parte disto ainda é tratado pelo maior concorrente da Ripple, o SWIFT. A Ripple trabalha na região com o Banco Topázio, Banco Bradesco, Rendimento, Itau Unibanco, BeeTech, Remessa Online, BEXS e Frente Corretora de Câmbio.

Campos Neto, presidente do Banco Central do Brasil, é considerado no meio industrial como um entusiasta e visionário do blockchain. Pouco depois de tomar posse em março do ano passado, ele descreveu como a blockchain vai mudar decisivamente o mundo financeiro:

Acredito que duas tecnologias, principalmente, vão inovar no mundo financeiro. A cadeia de bloqueio, no lado da rede e do registro, e o uso da nuvem, para armazenar informações dos usuários. Os bancos estão se tornando empresas de informação.

Inúmeros corredores de pagamento estabelecem novos recordes

A liquidez do XRP atingiu um novo recorde há alguns dias no corredor de pagamentos para o México e Austrália. No futuro, a Ripple planeja trabalhar com a maior bolsa de valores do México, a Bitso, para lidar com 20% do volume total de transações entre o México e os EUA. Atualmente, a participação no volume total das transações está entre 4% e 5%.

About Author

Collin Brown

Collin é um investidor Bitcoin do início da hora e um investidor de longa data no mercado de criptomoedas e forex. Ele está fascinado pelas complexas possibilidades da tecnologia blockchain e tenta tornar a matéria acessível a todos. Seus relatórios se concentram em desenvolvimentos sobre a tecnologia para diferentes criptomoedas.

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